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BRAVÃES OU OFIR?

Fig.1 Casa em Bravães, em cima e casa de Ofir de Fernando Távora, em baixo.

Hoje apetece-me falar sobre um interessante fenómeno do mercado construtivo atual. Cada vez mais se vulgarizam as chamadas ‘casas de arquiteto’, num meio que ainda não está, na sua generalidade, culturalmente apto a compreender e valorizar arquitetura de qualidade (projetistas incluídos).
A produção arquitetónica rege-se por uma cultura que absorve e reinterpreta símbolos, transformando-os. A falta de criatividade, ou o facilitismo, ou a humildade, ou outra coisa qualquer tem levado a que os símbolos sejam seguidos ao pormenor, não vá a obra ficar incoerente, ou inestética, ou inadequada, ou inoutracoisaqualquer.

BRAVÃES, 1972

Em 1972 realizou-se em Bravães a missa nova do padre Freitas, momento registado na fotografia a cima. Em baixo está a mesma prespetiva, 42 anos depois.
A única estrada pavimentada era a estrada nacional, que aparece na fotografia. A primeira estrada secundária só foi aberta 3 anos depois. A luz eléctrica fazia 12 anos em Bravães, pelo menos a da igreja.

CASA E PASTOR


Típica casa de montanha, no monte da Pegadinha, em Bravães. Ao fundo, o pastor guarda as ovelhas.

QUEM MORA EM BRAVÃES?

 Estudo sobre o território rural para a minha tese de mestrado. Gráfico da quantidade da população e tipo de ocupação. Área circundante à igreja de Bravães.